Preocupada em traçar as melhores práticas para utilizar seu dispositivo, a Google definiu uma espécie de “glasstiqueta”, um guia descrevendo tudo o que pode e o que não pode ser feito utilizando o seu óculos, o Google Glass. A medida é preventiva, defendendo a integridade tanto dos seus usuários assim como do seu produto. As dicas não retomam nenhuma novidade aos seguidores dos “bons costumes”, inclusive entidades independentes já haviam tomado a frente alguns anos atrás, descrevendo algo parecido.
Entre as premissas, a empresa ressalta o uso do óculos para diversas atividades, como fazer um hangout com os amigos ou encontrar o restaurante mais próximo, além de poder utilizar os comandos de voz, o que possibilita a liberdade nas mãos, podendo realizar outras tarefas ao mesmo tempo. Entre as ressalvas, pedir permissão para utilizar a câmera do Glass para fotos e vídeos, retirar o equipamento ao entrar em ambientes públicos ou praticar esportes (nesse último, devido a conservação do dispositivo) entram na lista. Não utilizar o equipamento para leituras extensas e não ser um “Glasshole”, no caso, um usuário babaca, também estão entre as dicas. Sobre o “Glasshole”, a empresa descreve que os usuários devem ser amigáveis quando abordados pelas pessoas perguntando sobre o dispositivo, pois como é um produto recente, possuindo diversas características inovadoras, obviamente todo mundo vai querer experimentar também. O guia completo listando as dicas pode ser encontrado em sites.google.com/site/glasscomms/glass-explorers.
O Google Glass ainda é um produto em fase de testes, liberado exclusivamente para desenvolvedores dispostos a pagar US$ 1500 dólares para receber o óculos. A previsão é que o produto entre no mercado até o fim de 2014.
Fonte: Jornal NH e Uol Entretenimento
