Câmera digital é hoje um acessório essencial. Tornou-se bastante popular, em virtude das diversas marcas no mercado e modelos que têm preços bastante acessíveis. Surgiu em meados dos anos 90 e ganhou força com as tecnologias implantadas pelas empresas pioneiras, que saíram na frente na disputa pelo consumidor.
A Sony é uma destas marcas fortes. Possui uma linha de câmeras digitais mundialmente conhecidas, que caminham até hoje como uma das preferidas dos compradores e amantes da fotografia. A linha Cyber-shot é antiga e já possui mais de dez anos em atividade.
Todos os modelos da Cyber-shot carregam o prefixo DSC em seus nomes, “Digital Still Camera”. São assinados pela Carl Zeiss, uma forte empresa norte-americana de lentes e carregam baterias de InfoLithium.
Com o tempo, a Sony incorporou algumas tecnologias que marcaram ainda mais a Cyber-shot no mercado de câmeras digitais. Entre algumas das características das câmeras digitais da Sony, destacamos o Smile Shutter e o Face Detection, itens que detectam sorriso e disparam a foto e aumentam a resolução da imagem ao detectar o rosto das pessoas.
Acompanhe um breve resumo dos modelos da Sony Cyber-shot e sua evolução com o tempo:
Série F
Criada em 1996, a Série F da Cyber-shot caminhou até 2004. A primeira versão foi a DSC-F1, que possuía 2 megapixel de resolução, zoom digital de 2.5x, flash embutido e uma particularidade: a lente na parte superior da câmera era giratória, em 180º. As próximas versões, F55, F55V e F88 apresentavam formato semelhante, mudando apenas nas especificações técnicas.
No início dos anos 2000, a Sony alterou o design de suas câmeras da Série F. Com uma cara mais “profissional”, o equipamento carregava um canhão de lente. A potência do zoom foi alterada, passando a ser óptico e de, no máximo, 5x de aproximação.
Série G
2007 foi o ano marcado pela entrada da nova série da Sony Cyber-shot. A Série G veio ao mercado para durar apenas dois anos, tendo só dois modelos registrados. O primeiro, em abril de 2007, foi o DSC-G1 (6 megapixel e zoom óptico de 3x) que apresentava duas novidades: memória interna de 2GB e a estreia da tecnologia de detecção de rosto.
O design também era atraente. A câmera era fechada e era preciso deslizar a parte frontal para a lente ser “descoberta”. Em janeiro de 2009, a DSC-G3 chegou com 10 megapixel, possuía zoom óptico de 4x, também apresentava detecção de rosto. A novidade era a conexão Wi-Fi, podendo navegar na Internet para enviar fotos.
Série H
Chamada da série de câmeras intermediárias, a Série H teve modelos de 2005 a 2009, todas com porte mais avantajado em termos de câmeras digitais. O grande destaque visual dessa série era o tamanho das lentes. Consequentemente, a capacidade do zoom óptico aumentou de forma considerável.
Em termos de design, a Sony introduziu o visor de LCD nos equipamentos. Todas as câmeras da Série H variavam de 5 a 9 megapixel e o zoom óptico alcançava entre 10 a 20x.
Séries L e N
As Séries L e N são parecidas. Com design retangular, apareceram entre 2004 e 2006. A primeira câmera foi a L1 (e única desta série) de 4 megapixel e zoom óptico 3x. Um equipamento básico, sem muitas inovações para o usuário. Talvez por isso não tenha ganhado outras atualizações.
Em 2005 e 2006 a Sony colocou no mercado a N1 e a N2, respectivamente. A novidade estava no visor de 3” LCD sensível ao toque. A primeira versão possuía 8.1 megapixel, enquanto a segunda era apenas um upgrade, de 10.1 megapixel.
Série M
Uma aposta diferente. Talvez tenha sido esse o pensamento da Sony ao lançar a curta Série M para sua linha Cyber-shot. A empresa inovou ao desenvolver a câmera em formato vertical e com articulada. Em 2004 e 2005, a M1 e M2 foram lançadas com 5 megapixel e 3x de zoom óptico. Foi a única vez que a Sony alterou o formato tradicional de suas câmeras digitais.
Séries P e S
Duas longas séries, que duraram anos e receberam atualizações até no mesmo ano de seu lançamento. Entre 2000 e 2008, principalmente durante o boom das câmeras digitais, a Sony aproveitou as séries para desenvolver todas as possibilidades de modelos possíveis, alterando o megapixel e a capacidade de zoom de cada tipo P e S.
A Série P foi fabricada de 2000 a 2005 e variava de 2 a 7 megapixel, com zoom óptico no máximo de 3x.
A Série S foi desenvolvida entre 2000 e 2008 e era mais potente, saindo de 1.3 e indo até 12.1 megapixel. O zoom óptico foi até 4x.
Série T
Outra vez a Sony apostou na mudança do design para atrair as vendas. A Série T veio ao mercado com o conceito diferenciado: ultrafinas e compactas. Seus modelos foram montados até o ano passado e algumas tecnologias interessantes foram introduzidas.
Os modelos DSC-T90, DSC-T500 e DSC-T900, além de um alto número de megapixel, também apresentam vídeos em HD de 720p
A Cyber-shot DSC-TX1, além destas especificações, traz a varredura Panorâmica, que permite fotos estilo paisagem, capturando todo ambiente.
Série W
Precisão no zoom. Talvez podemos reduzir assim a criação da Série W da Cyber-shot. A Sony decidiu apostar em uma linha focada na lente, para oferecer ao usuário um maior zoom nas imagens e nas fotografias.
A linha W traz como característica lentes maiores, angulares. Todas com zoom óptico. Os lançamentos recentes DSC-W350 e DSC-WX1 trazem vídeos em HD, imagens Full HD 1080 e Varredura Panorâmica.
Outra Séries
A Sony ainda lançou alguns modelos interessantes, porém sem grandes variações e atualizações durante os anos. Dentre eles, podemos destacar alguns:
- DSC-R1 (Série R): câmera digital intermediária, com sensor de imagem APS-C e a primeira Cyber-shot a usar CMOS. Possuía lente com zoom óptico 5x de 24-120 mm. Foi lançada entre 2005 e 2006.
- As câmeras da Série U: com o conceito de portátil, as câmeras da Série U surgiram no mercado. Tamanho reduzido fisicamente e também em termos de especificações, a Série U era considerada barata nas lojas.
A Cyber-shot avançou tanto que chegou ao mercado da telefonia móvel. Após a junção entre a Sony e a Ericsson, alguns celulares da nova empresa chegaram ao consumidor com câmeras idênticas às que são vendidas como máquina fotográfica.
A história da Sony Cyber-shot é longa e certamente seguirá por mais tempo, haja vista a quantidade de vendas que esses equipamentos atingiram até hoje. Ao lado de uma empresa de ponta, a linha de câmeras deve receber cada vez mais novos aditivos tecnológicos, facilitando desde o fotógrafo amador, até o profissional mais qualificado.
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Tenho uma camera cyber shot e o cartão de memoria não funciona mais! É agora como faço?
TENHO UMA CAMERA CYBER SHOT E DEVE TER DADO DEFEITO NO CARTÃO DE MEMORIA! O QUE FAÇO?